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Descubra os benefícios do Protocolo 5R no tratamento da Disbiose Fúngica

A disbiose fúngica é um desequilíbrio na flora bacteriana intestinal, resultando em uma proliferação exacerbada de fungos que pode causar uma variedade de sintomas. Assim, o Protocolo 5R surge como abordagem nutricional que se destaca no tratamento desse distúrbio. Então, neste artigo, você entenderá:

Tabela de conteúdos

O que é a disbiose fúngica? 


A disbiose fúngica no intestino é causada principalmente por uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos associado a um sistema imunológico debilitado.

Quanto à estrutura, os fungos variam de unicelulares até estruturas mais complexas como os cogumelos. Ademais, constituição se dá por manoproteínas, betaglucana (presente na parede celular), camada de quitina e de fosfolipídeos. Os dois principais filos de fungos são basidiomycota (30% dos filos) e ascomycota (70% dos filos). 


Além disso, alguns são benéficos, como saccharomyces, leveduras e penicillium, enquanto os protobiontes quando em excesso podem acarretar disfunções na dinâmica da microbiota (candida, aspergillus spp). Dessa forma, geralmente o paciente com síndrome fúngica apresenta fadiga, quadros constantes de hipoglicemia, distensão abdominal e gases; insônia, ansiedade e mudança de humor; memória fraca e saburra branca na língua. 


O que é o Protocolo 5R? 

O Protocolo 5R é uma estratégia nutricional projetada para restabelecer o trato gastrointestinal, abordando especificamente os desequilíbrios na flora intestinal. Assim, a sigla 5R representa cinco passos fundamentais:


 1. Remover 

O primeiro passo do Protocolo 5R concentra-se na remoção de patógenos, toxinas e alérgenos. Dessa forma, isso é crucial para interromper o ciclo da disbiose fúngica e pode envolver a eliminação de alimentos processados, açúcares refinados e outros itens que possam alimentar fungos e bactérias indesejadas.


2. Recolocar 

Por outro lado, após a remoção, é necessário reintroduzir enzimas e substâncias que facilitem o processo digestivo ao quebrar gorduras, proteínas e carboidratos, contribuindo para a absorção adequada de nutrientes.


3. Reparar

A disbiose fúngica pode causar danos à parede intestinal, levando a problemas como aumento da permeabilidade intestinal (ou “intestino permeável”). Por isso, a terceira etapa do Protocolo 5R concentra-se na reparação da parede intestinal e na restauração da integridade da mucosa do trato digestório. Nesta fase, são implementadas estratégias para promover a cicatrização, como o uso de nutrientes específicos e compostos que favorecem a saúde intestinal.


4. Reinocular 

Com a parede intestinal reparada, é hora de reinocular o intestino com bactérias benéficas. Esta etapa envolve a introdução de: 

  1. probióticos: microorganismos vivos benéficos; 

  2. prebióticos: fibras que alimentam esses microorganismos.

Esses componentes ajudam a restabelecer e fortalecer a microbiota intestinal, promovendo um ambiente equilibrado.


5. Reequilibrar 

A última etapa do Protocolo 5R é focada em reequilibrar o organismo como um todo. Além das mudanças dietéticas, são introduzidos hábitos de vida saudáveis. Isso pode incluir a prática regular de exercícios, gestão do estresse, sono adequado e outras práticas que sustentam a saúde intestinal a longo prazo. Essa abordagem integrativa visa criar um ambiente propício para a manutenção do equilíbrio alcançado nas etapas anteriores.

Ao seguir todas as etapas do Protocolo 5R, os profissionais de saúde buscam não apenas tratar os sintomas da disbiose fúngica, mas corrigir as causas subjacentes, proporcionando uma recuperação abrangente e duradoura.


Quais são os benefícios do Protocolo 5R para pacientes com disbiose fúngica? 

A aplicação do Protocolo 5R pode proporcionar uma série de benefícios para pacientes que enfrentam problemas associados à disbiose fúngica. Além disso, diversos estudos destacam a relação positiva entre a saúde intestinal e a melhoria de sintomas em desequilíbrios endógenos, como:

  1. desordens emocionais e cognitivas; 

  2. doenças autoimunes;

  3. fadiga;

  4. dores de cabeça;

  5. enxaquecas.


Assim, a relação entre a microbiota intestinal e diversos sistemas do corpo, incluindo o sistema nervoso, metabolismo e saúde mental, destaca a importância da abordagem integrativa proporcionada pelo Protocolo 5R.

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