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Insulina e Músculo: Entenda a relação

Tem sido muito abordado, a importância da insulina na hipertrofia muscular, principalmente entre os praticantes de musculação. Mas afinal, qual é o papel desse hormônio na construção muscular?



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O que é insulina?

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas responsável pela regulação do metabolismo da glicose no sangue. No entanto, esse hormônio também tem um importante papel no processo de crescimento muscular. Isso ocorre porque ela atua como uma facilitadora na entrada de aminoácidos nas células musculares, que são essenciais para a síntese proteica.

Dessa forma, em certas estratégias populares no fisiculturismo, é comum sua administração após o treino, no momento em que há uma redução das reservas de glicogênio, propiciando uma maior absorção de glicose. No entanto, é importante destacar que o uso desse hormônio de forma exógena para potencializar a hipertrofia muscular é uma prática extremamente perigosa e, caso não seja feito sob supervisão médica e com dosagens corretas, pode levar a sérias consequências à saúde.

Efeitos Colaterais do Uso Inadequado da Insulina

Os efeitos colaterais do uso inadequado de insulina incluem hipoglicemia, ganho excessivo de peso, acúmulo de gordura abdominal, diabetes, hipertensão arterial, entre outros problemas.

Por isso, seu uso só deve ser feito sob acompanhamento médico e de um nutricionista. Em casos de indivíduos com deficiência na produção de insulina, como em casos de diabetes , o auxílio desse hormônio pode ser necessário para controlar a glicemia e evitar danos à saúde.

Portanto, é importante ressaltar que o uso desse hormônio como forma de potencializar a hipertrofia muscular não é recomendado e que há outras formas de otimizar a construção de massa magra por meio de uma alimentação saudável, treinos periodizados e o acompanhamento de profissionais qualificados.

Prática Clínica

A insulina pode ser administrada por via subcutânea, injetada na camada adiposa abaixo da pele. Há diferentes formas de administração, tais como seringas, canetas e sistemas de infusão contínua de insulina (também conhecidos como bombas).

Sendo assim, a dosagem e forma de uso da insulina devem ser individualizadas para cada pessoa, levando em consideração suas necessidades e condições clínicas. É fundamental que o paciente seja orientado adequadamente sobre a administração da insulina, além de receber um acompanhamento regular para monitorar a efetividade da terapia e prevenir complicações.

Referências Bibliográficas

PROENÇA, André Ricardo Gomes de; PEREIRA, Karina Danielle; MENEGUELLO, Leticia; TAMBORLIN, Leticia; LUCHESSI, Augusto Ducati. Insulin action on protein synthesis and its association with eIF5A expression and hypusination. Molecular Biology Reports, [S.L.], v. 46, n. 1, p. 587-596, 5 dez. 2018.

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