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Longevidade Chinesa: O que aprender com eles?

A China é mundialmente conhecida pela sua população de idosos, estima-se que possua cerca de um quinto dos idosos do mundo. É evidente que as pessoas estão envelhecendo cada vez mais tarde quando comparadas aos tempos passados. Essa transição demográfica que aumenta a expectativa de vida das pessoas exige novos conhecimentos acerca do envelhecimento saudável e a população chinesa é um modelo a ser seguido. Sobre os segredos da longevidade chinesa: o que aprender com eles? Leia agora para saber mais. 



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Longevidade: Presente vs. Passado

Ao contrário do cenário passado, no qual as doenças infectocontagiosas determinavam a saúde da população, atualmente as doenças crônicas não transmissíveis DCNTs estão mais presentes na população. Tendo em vista os novos tratamentos e os avanços científicos, apesar da complexidade no tratamento dessas doenças, a expectativa de vida tornou-se cada vez mais alta.   Elencamos aqui, os principais fatores para um envelhecimento saudável. 

Como garantir longevidade saudável?

Entre os chineses, políticas públicas voltadas para educação e cuidado em saúde, são pilares fundamentais para garantir o bem estar dos idosos e assegurar a sua importância no meio social. Reconhecer a importância dessa população na comunidade é um dos pontos principais para promover a longevidade, pois, estes se sentem mais produtivos e importantes ao desempenhar papéis significativos no âmbito familiar e social.   

Outro segredo da longevidade chinesa, além da inserção social, está na independência física, pois, idosos fisicamente ativos são mais independentes para exercer suas funções diárias e manter-se por mais tempo no mercado de trabalho. Dessa forma, a atividade física é um dos segredos da longevidade do povo chinês e deve ser um hábito incorporado ao estilo de vida moderno. 

Longevidade é garantia de boa saúde?

Viver por muitos anos não é sinónimo de uma boa saúde, por isso cada vez mais, as pessoas buscam práticas para conquistar um envelhecimento saudável. Dessa forma, segundo a OMS, manter a capacidade funcional que possibilite o bem estar na velhice é a definição de envelhecimento saudável. Logo, os hábitos alimentares são determinantes nesse objetivo. 

O hábito de  consumo de cereais integrais e frutas da população chinesa relaciona-se com melhorias na saúde, apesar de estudos revelarem a baixa ingestão de proteínas, o que a longo prazo influencia no desenvolvimento de sarcopenia. Nesse sentido, a oferta de proteínas de alto valor biológico para população longeva é primordial, sendo os suplementos proteicos uma estratégia viável quando o consumo está inadequado. 

Prática Clínica

Assim, você nutricionista em sua prática clínica deve incentivar os pacientes idosos a prática de exercício físico regular e orientado com  vista a melhorar a mobilidade e oferecer independência ao seu paciente. Além disso, você também deve atentar-se a ingestão proteica desses pacientes, sendo viável muitas vezes a oferta de suplementos proteicos como o whey protein a fim de evitar a perda na quantidade e na funcionalidade da massa muscular deste paciente. Por fim, o incentivo ao consumo de alimentos in natura e integrais também faz parte do cuidado nutricional nos pacientes idosos. 

Referências Bibliográficas

Assista ao vídeo no YouTube da Science Play: Medicina Chinesa, Dietoterapia e Alimentação

Artigo O caminho para o envelhecimento saudável na China:  CHEN, Xinxin; GILES, John; YAO, Yao; YIP, Winnie; MENG, Qinqin; BERKMAN, Lisa; CHEN, He; CHEN, XI; FENG, Jin; FENG, Zhanlian. The path to healthy ageing in China: a peking university⠳lancet commission. The Lancet, [S.L.], v. 400, n. 10367, p. 1967-2006, dez. 2022. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/s0140-6736(22)01546-x.

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