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Materno Infantil



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O que é?

A nutrição materno infantil envolve a subárea da nutrição clínica que fornece assistência dietoterápica hospitalar ou a nível ambulatorial para tentantes, gestantes, nutrizes e crianças.  Sendo assim, este nutricionista pode atuar em bancos de leite humano e seus postos de coleta, bem como a nível ambulatorial em consultório ou na área da docência em instituições de ensino. Além disso, tem a função de fornecer os conhecimentos técnico científicos para que os profissionais possam auxiliar os pais e os bebês a terem uma nutrição adequada, visto que esta área é focada na saúde e no bem-estar das crianças. 

A atuação do nutricionista na área de materno infantil é muito ampla, sendo algumas delas as: 

  1. escolas;

  2. prefeituras;

  3. instituições de ensino superior;

  4. restaurantes;

  5. indústrias alimentícias;

  6. clínicas particulares;

  7. clínicas de alimentação saudável;

  8. creches.

Quem é considerado materno-infantil?

O nutricionista que possui pós-graduação na área de materno infantil.

Quando precisa suplementar no materno-infantil?

As fórmulas infantis são utilizadas em casos em que há a impossibilidade do bebe se alimentar do leite materno de forma parcial ou completa, a exemplo de crianças com refluxo gastroesofágico, intolerantes à lactose ou que possuam alergia ao leite de vaca. Existem fórmulas para bebês prematuros, até seis meses de vida,  fórmulas de seguimento, anti refluxo, sem lactose, hipoalergênicas, a base de soja e algumas diferenciadas. A indicação do uso de fórmula depende da condição clínica da criança e não é aconselhado a substituição do aleitamento materno para o uso de fórmula, apenas nos casos em que há real necessidade. 

Referência

Artigo Bebês alimentados com uma fórmula de baixa caloria: Marriage, B. J., Buck, R. H., Goehring, K. C., Oliver, J. S., & Williams, J. A. (2015). Infants Fed a Lower Calorie Formula With 2’FL Show Growth and 2’FL Uptake Like Breast-Fed Infants. Journal of pediatric gastroenterology and nutrition, 61(6), 649–658. https://doi.org/10.1097/MPG.0000000000000889

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