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Pular o café da manhã afeta a qualidade do sono?

A importância do café da manhã é evidente, mas um estudo relevante também mostrou que os hábitos alimentares e o horário das refeições foram significativamente associados à qualidade do sono, uma vez que comer em horários inadequados ou pular refeições é responsável por distúrbios no relógio circadiano periférico e no metabolismo. 



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Frequência do café da manhã vs. Qualidade do Sono

O sistema circadiano regula muitos aspectos do comportamento alimentar, incluindo ritmos de fome, tempo de ingestão de alimentos e assim por diante.

De acordo com estudos, as pessoas que pulam o café da manhã tendem a dormir tarde e tendem a ter uma qualidade de sono inferior. Da mesma forma que pessoas que dormem mais tarde ou dormem mal têm mais chances de mudar seus hábitos alimentares, como pular ou atrasar os horários das refeições, o que também indica maior frequência de pular o café da manhã. 

As pessoas que pulam o café da manhã são mais propensas a apresentar sintomas elevados de estresse e depressão, e há uma correlação positiva significativa entre pular o café da manhã e a razão de chances de depressão, estresse e sofrimento psicológico. 

Além disso, uma revisão sugere que pular o café da manhã pode reduzir a prática de atividade física e o desempenho de exercícios de resistência ao longo do dia. 

Prática Clínica

Os estudos fornecem evidências de que o consumo do café da manhã está relacionado à qualidade do sono, estresse e depressão direta e indiretamente. Pois, as pessoas que pulam o café da manhã tendem a dormir tarde e tendem a ter uma qualidade de sono inferior. Da mesma forma que pessoas que dormem mais tarde ou dormem mal têm mais chances de mudar seus hábitos alimentares

Referências Bibliográficas 

Assista o vídeo na Science Play com Fabricio de paula: Time-restricted Eating e Sono

Artigo: Xian X, Wang C, Yu R, Ye M. Breakfast Frequency and Sleep Quality in College Students: The Multiple Mediating Effects of Sleep Chronotypes and Depressive Symptoms. Nutrients. 2023; 15(12):2678. https://doi.org/10.3390/nu15122678

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