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Teste de microbiota intestinal: como interpretar e intervir?

O intestino é um dos órgãos mais importantes do corpo, exercendo funções na nutrição e defesa do organismo. Por isso, devemos sempre desenvolver estratégias com foco em restaurar e/ou manter a saúde intestinal. 

Dessa forma, pensando em saúde intestinal, é possível realizar o exame de microbioma intestinal para realizar um mapeamento das bactérias que o compõem de forma descritiva e numérica. Tais testes possibilitam a listagem do índice de diversidade bacteriana, bem como relação entre os filos e presença de bactérias anti-inflamatórias e pró-inflamatórias.



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Por que avaliar a microbiota?

  1. Microbiota é gatilho para diversas doenças;

  2. Avaliação da microbiota auxilia no diagnóstico da disbiose do paciente;

  3. Personalizar o tratamento;

  4. Medicina preventiva;

  5. Condutas mais assertivas.

Sintomas Frequentes:

  1. Gases

  2. Ansiedade

  3. Alteração na evacuação

  4. Distensão abdominal

  5. Cansaço

  6. Perda de memória;

  7. Cólica

  8. Depressão

  9. Distensão abdominal

  10. Brain fog (confusão mental)

Tipos de Disbiose

  1. Por baixa diversidade da microbiota

  2. Por excesso de bactérias protobiontes

  3. Por baixos níveis de bactérias chave

  4. Por excesso de bactérias benéficas

Microbiota Saudável

  1. Ter uma boa diversidade da microbiota

  2. Controle de bactérias protobiontes

  3. Bactérias chave em quantidades adequadas

  4. Produção de metabólitos adequada

  5. Barreira intestinal íntegra

  6. Não ter estresse oxidativo e/ou inflamação

O que analisar em um teste de microbiota intestinal?

  1. Diversidade e riqueza

  2. Distribuição dos filos

  3. Espécies mais predominantes

  4. Bactérias chave

  5. Bactérias patogênicas 

Qual teste de microbiota intestinal devo pedir para o paciente, metagenômico ou coprológico?

Se possível, os dois, pois trazem informações diferentes. Por exemplo: O metagenômico traz resultados sobre diversidade e riqueza da microbiota, o tipo de disbiose da pessoa, proporções dos filos, espécies predominantes, bactérias chave e assinatura microbiana comparada com outra população. O coprológico traz resultados sobre composição das fezes, restos alimentares, sangue oculto, presença de muco, presença de ácidos orgânicos, presença de fungos, parasitológico e parâmetros mais específicos (exemplo: IgA).

Por isso, é interessante realizar os dois exames, mas muitas vezes é difícil propor isso no consultório por questões econômicas. Entretanto, é preciso lembrar que a microbiota é passada de geração para geração, ou seja, a gestante passa sua microbiota ao seu bebê, mas além disso, esta microbiota pode ser moldada de acordo com o ambiente em que vivemos – neste ponto, temo a atuação da epigenética. Mais um grande motivo para cuidar da nossa saúde e do nosso entorno. 

Estude mais!

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