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Treino de Força no Combate ao Câncer de Mama

Não é de hoje que diversas organizações recomendam o exercício físico para pacientes oncológicos. Existe uma recomendação que estes executem alguma atividade física de 2 a 3 vezes por semana. Mas, dentro dos vários tipos de exercício físico existentes e a gama de esportes disponíveis, será que o treinamento de força é um aliado no combate ao câncer de mama? Descobriremos a seguir. 



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Recomendações para Treinamento de Força

O exercício físico em si, já é um agente promotor de saúde. No entanto, o treino resistido, demonstra benefícios expressivos no para o combate do câncer de mama, Dessa forma, dados apontam que as evidências no grupo de pacientes que sobreviveram ao câncer de mama, são robustas de que o treinamento de força é um aliado primordial na manutenção da saúde. 

Quando Recomendar Treino de Força?

Ademais, a segurança e a qualidade do treinamento são aspectos que precisam ser levados em consideração no momento da prescrição do treinamento, a fim de garantir a integridade das pacientes que carregam consigo diversos receios sobre essa prática. Nesse sentido, tanto o American College of Sports Medicine, quanto o American Cancer Society e o National Comprehensive Cancer Network apoiam a prática de musculação para os pacientes em fase de tratamento primário e também para os que estão em remissão como forma de prevenção. 

Benefícios do Treinamento de Força no Câncer de Mama

Aliar a fisioterapia com o treinamento de força é fundamental e promove melhora nos parâmetros de humor e bem estar das mulheres. Nesse sentido, o papel da equipe multiprofissional e multidisciplinar é indispensável para que o cuidado em saúde seja efetivo. Logo, o encaminhamento médico é importante para que estas pacientes tenham consciência da relevância do treinamento físico como coadjuvante no combate ao câncer de mama. 

Aspectos Importantes no Tratamento do Câncer de Mama

Além disso, o cuidado nutricional também se faz necessário dentro desse contexto, associar a terapia medicamentosa, as intervenções médicas, um bom padrão alimentar e o treinamento resistido se mostra como a melhor alternativa para contrapor o desenvolvimento do câncer. Assim, fica claro que o treinamento de força promove melhoras no equilíbrio, na flexibilidade, maior resistência cardiorrespiratória, além dos benefícios psicológicos, devendo ser uma prática cada vez mais incentivada.

Prática Clínica

Portanto, identificar o período de tratamento que essa paciente se encontra e iniciar  o treinamento de força deve ser uma prática incentivada dentro dos estabelecimentos de saúde. Assim, a prática regular de 2 a 3 vezes por semana em períodos mínimos de 30 minutos já é capaz de promover benefícios à saúde. Portanto, treinamento de força é sim um lado no combate ao câncer de mama.  

Referências Bibliográficas

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