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A Doença Cardiovascular no Contexto da Longevidade Humana

Na segunda palestra do Workshop de Medicina e Longevidade, o médico Gustavo Michelstaedter abordou o tema “Compreendendo a doença cardiovascular no contexto da Longevidade Humana”

A longevidade está intrinsecamente ligada à redução das síndromes coronárias, que são uma das principais causas de morte em todo o mundo. No Brasil, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, e espera-se um aumento de 250% desses eventos no país até 2040. A cada dois minutos, uma pessoa sofre um acidente vascular cerebral (AVC) ou um infarto agudo do miocárdio.

Por outro lado, a obesidade está intimamente relacionada a essas doenças, contribuindo para um desequilíbrio na saúde individual. Portanto, é fundamental investir em ações que visem a redução dos fatores de risco clássicos, como o controle da pressão arterial, do diabetes, o combate ao tabagismo e a promoção da atividade física.



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Síndrome Metabólica vs. Doença Cardiovascular

Em relação à síndrome metabólica, ela compreende várias condições que aumentam o risco de doenças cardiovasculares. Dentro delas, encontram-se  estresse e inflamação crônicos, resistência à insulina, baixa libido, hiperglicemia, dislipidemia, dores articulares, hipertensão arterial, fadiga crônica, depressão, apneia do sono e disfunção erétil.

Exames Bioquímicos vs. Doença Cardiovascular

Embora os índices elevados de colesterol total ou LDL-C estejam associados a doenças cardiovasculares futuras, é importante ressaltar que associação não implica necessariamente uma causalidade. Existem outros fatores que promovem doenças cardiovasculares, como estresse mental, fatores de coagulação, infecções e sensibilidade endotelial.

Prática Clínica

À medida que a medicina cardiovascular avança, alguns pontos importantes a serem desenvolvidos pelo profissionais incluem:

  1. Identificação de genes específicos que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais

  2. Descoberta de tendências significativas por meio da análise de grandes volumes de dados compartilhados por voluntários em estudos populacionais, estudos de corte e pesquisas contínuas de DNA.

  3. Compartilhamento e agregação de big data para identificar padrões, incluindo influências genéticas, comportamentais e ambientais que podem salvar vidas hoje e nas futuras gerações.

Matéria elaborada pela colunista Sara Gonçalves, com base na palestra do médico Gustavo Michelstaedter.

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