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Atividade do chá verde na síndrome metabólica

A epigalocatequina-galato do chá verde forma uma abordagem baseada em alimentos e um suplemento preventivo de doenças, pois pode auxiliar na redução da síndrome metabólica e no aparecimento de doenças não transmissíveis relacionadas à idade. 



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O que é a síndrome metabólica?

A síndrome metabólica inclui um grupo de fatores de risco: açúcar elevado no sangue, resistência à insulina, gordura corporal excessiva, obesidade visceral, colesterol elevado no sangue, hiperlipidemia e hipertensão arterial, que se tornou um dos maiores desafios de saúde pública em todo o mundo. 

Dessa forma, um paciente com síndrome metabólica está em constante inflamação devido à concentração associada de quimiocinas, adipocinas e citocinas pró-inflamatórias. 

Como o chá verde pode auxiliar?

O chá verde contém compostos antioxidantes, vitaminas, carboidratos, proteínas, minerais, clorofila e polifenóis, que fornecem benefícios à saúde. Além disso, o chá verde contém uma alta concentração de epigalocatequina-galato, que representa cerca de 50% do total de polifenóis nas folhas de chá. 

Foi relatado que o epigalocatequina-galato tem um efeito de redução do ácido úrico, aumento do gasto energético e melhora da oxidação da gordura, influenciando assim o índice de massa corporal (IMC) e a gordura corporal total, sendo um agente preventivo da obesidade e do estresse oxidativo. 

Estudos recentes sugerem que ele exerce seu efeito benéfico modulando funções mitocondriais impactando a biogênese mitocondrial, controle bioenergético na produção de ATP, alteração do ciclo celular e apoptose relacionada à mitocôndria. 

Benefícios do Chá Verde para Microbiota Intestinal 

Além disso, parece ter um efeito benéfico na microbiota intestinal, pois aumenta o número de espécies benéficas de Bifidobacterium, melhorando assim o metabolismo energético. Portanto, é uma terapia promissora para controle de peso, IMC e redução da circunferência da cintura, além de melhorar o metabolismo lipídico.

Nível de toxicidade do chá verde

Altas doses (superior a 800 mg por dia) de epigalocatequina-galato não só causam citotoxicidade, mas também podem resultar em hepatotoxicidade, nefrotoxicidade e distúrbios gastrointestinais, como vômitos e diarreia. 

Prática Clínica

O uso a longo prazo de epigalocatequina-galato sozinho ou em combinação com terapias convencionais é eficaz para a prevenção, gestão e tratamento de doenças metabólicas e doenças hepáticas gordurosas não alcoólicas.

Referências Bibliográficas 

Assista o vídeo na Science Play com Ramon Nicotari: Como incluir chás e shots nas estratégia

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