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  • Foto do escritorKcal da Science Play

Dieta Mediterrânea: A Melhor Amiga do Fígado?

A priori, vários tipos de doenças hepáticas estão diretamente relacionadas aos hábitos de vida, e, principalmente, aos padrões alimentares não saudáveis. Além disso, o consumo excessivo de álcool afeta a saúde hepática a médio e longo prazo. Nessa perspectiva, um padrão alimentar desajustado, favorece o desenvolvimento da esteatose hepática, condição na qual ocorre a fibrose e a exacerbação da inflamação tecidual do fígado. Dentro desse contexto, a dieta mediterrânea seria a melhor amiga do fígado? veja mais a seguir. 



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Por que Dieta Mediterrânea para o Fígado?


Inicialmente, quando não tratadas, tais condições podem progredir rapidamente para quadros  graves de cirrose e também de carcinoma hepatocelular. Dentro desse contexto, a dieta mediterrânea entra como uma ferramenta primordial para controle do quadro inflamatório dos pacientes, que possuem alguma desordem hepática. Assim, uma alimentação baseada em frutas, grãos, nozes, vegetais e  peixes; alimentos que compõem a base do padrão alimentar mediterrâneo, são aliados do fígado.  


Impacto das Fibras no Fígado


Associado a isso, a ingestão adequada de fibra não está associada somente a saúde intestinal, mas, a homeostase corporal em si, e também, a saúde hepática. Logo, dados apontam que um aporte correto de fibras, promovida pela dieta mediterrânea, auxilia no controle de peso, melhora a saciedade e auxilia na saúde metabólica hepatocelular. 


Ácidos Graxos Essenciais da Dieta Mediterrânea


No mais, a dieta mediterrânea limita o consumo de produtos finais de glicação avançada, produtos estes, que contribuem para o desenvolvimento de distúrbios metabólicos como o diabetes, metabolização dos triglicerídeos e o processo de detoxificação.  Assim, a dieta mediterrânea apresenta inúmeros benefícios e pode ser uma estratégia viável aos pacientes que buscam melhorar a função hepática e a saúde de maneira geral.


Prática Clínica


Portanto, de maneira prática, para você nutricionista, a aplicação da dieta mediterrânea, por no mínimo 90 dias já demonstra resultados expressivos na melhora dos parâmetros de inflamação hepática. Além disso, elaborar um protocolo alimentar que integre a dieta mediterrânea e a dieta cetogênica também pode ser uma estratégia na prática clínica, respeitando as preferências e as necessidades individuais de cada paciente.


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Assista  na plataforma Science Play: Como Avaliar a Necessidade de Destoxificação?


Referências Bibliográficas 


Curci R, Bianco A, Franco I, Bonfiglio C, Campanella A, Mirizzi A, Giannuzzi V, Cozzolongo R, Veronese N, Osella AR. Lifestyle Modification: Evaluation of the Effects of Physical Activity and Low-Glycemic-Index Mediterranean Diet on Fibrosis Score. Nutrients. 2023; 15(16):3520.

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