top of page
  • Foto do escritorKcal da Science Play

Fadiga: O que você precisa saber?

O médico Daniel Sarkis abordou o tema “Estratégias para o combate do mal do século XXI”, sendo este mal a fadiga, no Workshop de Medicina e Longevidade.

O debate sobre o mapa metabólico e a bioquímica, bem como os elementos essenciais para a geração de energia, envolve uma ampla gama de componentes. Esses aspectos desempenham um papel fundamental na compreensão do processo de fadiga. Tanto a deficiência quanto o excesso desses componentes podem gerar problemas, tornando crucial adotar uma abordagem integrada para solucionar essas questões.

Dito isso, o básico bem feito como hidratação, atividade física, nutrição, desparasitação, relacionamento, auxiliam na diminuição para essa sensação constante de cansaço. No entanto, o diagnóstico deve ser realizado através de exames clínicos, exames de imagem, sangue, urina, polissonografia e composição corporal. 



Table of ContentsToggle

Fadiga vs. Doenças Crônicas

Doenças crônicas, como a fadiga, merecem uma abordagem especial. No contexto da COVID-19, observou-se que a suplementação de L-arginina melhorou a fadiga em adultos. Ainda, a combinação de L-arginina, aspartato, biotina, ácido málico e vitamina B6 pode ser proposta como um tratamento para restaurar o desempenho físico e aliviar sintomas persistentes em pessoas que sofrem com o quadro pós-infecção por COVID-19. Também é importante notar que metais pesados, como alumínio, chumbo e mercúrio, mostram-se relacionados a este, além de outras doenças.

Fadiga vs. Obesidade

Em relação à obesidade e à fadiga, estudos mostram que elas possuem uma relação significativa. A obesidade não apenas aumenta a fadiga, mas também contribui para a apneia do sono, que, por sua vez, intensifica a gordura visceral, criando um ciclo vicioso. No entanto, em casos específicos, como um jovem adulto obeso que apresenta problemas respiratórios, a suplementação pode não ser a solução imediata. O equilíbrio em outros aspectos, como o tratamento da apneia do sono, se faz necessário.

Prática Clínica

Portanto, existem várias soluções para manejo clínico e cabe ao profissional de saúde prescrever a melhor recomendação para a melhora dos sintomas.  Nutrientes como ferro, tireoide, iodo, complexo B, magnésio, zinco, vitamina D e vitamina C (em doses injetáveis) desempenham papéis importantes na prevenção da fadiga. 

Além disso, a Coenzima Q10 na forma de ubiquinol melhora o processo mitocondrial e ajuda no tratamento da fadiga. Outro suplemento que ganha destaque é a carnitina, a qual também desempenha um papel significativo na energia e no tratamento da fadiga.

Matéria elaborada pela colunista Luiza Diniz, com base na palestra do médico Daniel Sarkis

Classifique esse post

4 visualizações

Commentaires


bottom of page