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Falha Muscular: Quando e Como Aplicar?

Variáveis da Falha Muscular


  • Estratégias de manipulação

  • Aumento no número de evidências científicas 

  • Evitar o efeito platô 

  • Otimização em força e hipertrofia 

  • Métodos desenvolvidos por técnicos e atletas

 

De certa forma, todo resultado precisa ser construído tijolo por tijolo, e é assim que se gera grande aderência. Será que manter a falha realmente gera resultados? Talvez o caminho do meio seja o melhor a seguir de acordo com os resultados.


Método de Exaustão


A falha muscular é muito mais vantajosa quando se obtém pouca carga, resultando em maior recrutamento de unidades motoras e fibras de alto limiar, hormônios anabólicos e um dano mais controlado. Hoje em dia, as pessoas tendem a querer gerar muitos danos musculares e não sabem o quanto isso pode ser prejudicial.


Ainda, a falha muscular aplicada no início do treino pode prejudicar o final do treino. Estudos que não equalizaram o volume mostraram maiores ganhos de força para os grupos SEM falha e maiores ganhos hipertróficos para os grupos que treinaram COM falha.


Em uma análise feita, mostra-se que séries levadas com carga baixa podem levar sim à hipertrofia. Quando a carga é baixa, é sim correto treinar até a falha. Treinar próximo à falha produz ganhos similares e pode retardar a recuperação, sendo estratégias inadequadas quando é feito com altas frequências.


Falha vs. RER (Repetições em Reserva)


O objetivo de um estudo da literatura foi comparar os treinos até a falha versus próximo da falha (RER) sobre a força e hipertrofia de praticantes avançados. Os grupos foram analisados através de ultrassom e os resultados em relação à força não mostraram diferenças, enquanto em relação à hipertrofia o grupo sem falha apresentou a maior hipertrofia. Para criar força, é vantajoso não ir até a falha, deixando mais próximo ao nível 7, e para hipertrofia, é interessante gerar pelo menos 2 repetições de reserva.


“Aprender a identificar a falha através das repetições é interessante para diferenciar a capacidade do aluno/paciente, através do volume e intensidade”


Prática Clínica


Iniciantes podem alcançar ótimos ganhos sem treinar próximo à falha. A periodização da falha é uma opção válida, e a aplicação da falha em exercícios isolados e máquinas reduz os efeitos negativos sobre a recuperação.


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Sugestão de estudo: Periodização Upper Lower



Referências Bibliográficas


Davies, T., Orr, R., Halaki, M., & Hackett, D. (2016). Effect of training leading to repetition failure on muscular strength: a systematic review and meta-analysis. Sports medicine, 46, 487-502.

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