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O que é a glutationa lipossomal?

Não tenha mais dúvida: o que é a glutationa lipossomal?



A glutationa lipossomal é uma forma especializada de glutationa, um antioxidante fundamental para a saúde do nosso corpo. A glutationa é produzida naturalmente pelo organismo, desempenhando um papel essencial na proteção contra o estresse oxidativo e no equilíbrio do sistema imunológico (Meister A, et al., 1193). No entanto, sua absorção oral é limitada, o que pode comprometer seus benefícios terapêuticos.


A glutationa lipossomal surge como uma alternativa promissora para contornar essa limitação. Ela consiste na encapsulação da glutationa dentro de lipossomas, que são pequenas esferas compostas por camadas lipídicas (Monti D, et al., 2013). Essa estrutura lipossomal protege a glutationa durante o processo digestivo e permite sua absorção mais eficiente pelo organismo.


A vantagem da glutationa lipossomal reside em sua maior biodisponibilidade, em comparação com a glutationa convencional (Richie JP Jr. et al., 2015). Isso significa que ela é melhor absorvida e utilizada pelo organismo, potencializando seus efeitos antioxidantes e protetores.

Em conclusão, a glutationa lipossomal é uma forma avançada de glutationa, que oferece maiores efeitos antioxidantes e protetores, que desempenham um papel importante na saúde e no bem-estar geral. No próximo texto, aprofundaremos ainda mais acerca deste tema, explorando suas aplicações específicas e evidências científicas!


➤ Referências Bibliográficas:

Monti D, Travelli C, Bachetti T, et al. Development of a liposomal formulation of glutathione for the treatment of oxidative stress-related diseases. Eur J Pharm Biopharm. 2013;84(2):349-57.

Pizzorno JE, Lemmo-Smart J, editors. Clinical Strategies for Enhancing Glutathione Status. Integr Med (Encinitas). 2014;13(1):8-12.

Lomaestro BM, Malone M. Glutathione in health and disease: pharmacotherapeutic issues. Ann Pharmacother. 1995;29(12):1263-73.

Estrela JM, Ortega A, Obrador E. Glutathione in cancer biology and therapy. Crit Rev Clin Lab Sci. 2006;43(2):143-81.



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