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Proteínas Vegetais e os Respectivos Efeitos no Ganho e Recuperação Muscular

A síntese de proteínas é um processo fundamental para o crescimento e a recuperação muscular, mas deve ser equilibrada com o catabolismo, que é a quebra das proteínas. Aumentar a síntese proteica sem controlar o catabolismo pode ser contraproducente. Durante o exercício, a síntese de proteínas é estimulada, especialmente quando há ingestão de aminoácidos. Em tecidos lesionados, as proteínas atuam na reparação muscular, envolvendo processos como a liberação de mioglobina e a produção de eicosanoides por células imunes.


Papel dos Macrófagos na Recuperação Muscular


Macrófagos do tipo N1 auxiliam na fagocitose e na liberação de fatores de crescimento para estimular células satélites, contribuindo para a formação de fibras musculares. O PGF 2 alfa é responsável pelo aumento da síntese proteica, promovendo a hipertrofia muscular. Por outro lado, uma interferência no processo inflamatório pode prejudicar a síntese proteica. Macrófagos do tipo N2 ajudam na regulação do processo inflamatório e contribuem para a hipertrofia muscular.

Importância da Dieta Balanceada


A dieta desempenha um papel crucial na regulação da síntese proteica, especialmente em relação à ingestão de proteínas e calorias. Estudos mostram que a ingestão de proteínas vegetais pode ser tão eficaz quanto a de origem animal. O aumento da leucina na dieta pode estimular a síntese proteica, mas há uma fase ótima de ingestão deste aminoácido. Proteínas de ervilha também foram estudadas e demonstraram eficácia no ganho de massa magra.


Eficácia das Proteínas Vegetais e Animais


Ao longo dos anos, pode-se entender que a eficácia da proteína vegetal e animal é praticamente igual, atuando de forma similar nos processos de regeneração celular e catabolismo de aminoácidos. Tendo o mesmo efeito da proteína animal na hipertrofia muscular e no desempenho esportivo.


Prática Clínica


Para otimizar a recuperação muscular, equilibre a síntese proteica com o catabolismo. A dieta balanceada, rica em proteínas, é crucial, considerando tanto fontes vegetais quanto animais.

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Referências Bibliográficas


SIMPSON, Richard J.; LOWDER, Thomas W.; SPIELMANN, Guillaume; BIGLEY, Austin B.; LAVOY, Emily C.; KUNZ, Hawley. Exercise and the aging immune system. Ageing Research Reviews, [S.L.], v. 11, n. 3, p. 404-420, jul. 2012. Elsevier BV.

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