top of page
  • Foto do escritorKcal da Science Play

Suplementação de vitamina C em estresse oxidativo

A hipovitaminose C e a deficiência de vitamina C são muito comuns em pacientes críticos. Isso ocorre devido ao aumento das necessidades e diminuição da ingestão.  Dessa forma, como a vitamina C tem funções pleiotrópicas, a deficiência sua tem consequências graves, como a piora a gravidade da doença e dificuldade na recuperação. A vitamina C intravenosa em dose farmacológica parece uma terapia adjuvante promissora, bem tolerada e barata para modular o estresse oxidativo avassalador na sepse grave, trauma e reperfusão após isquemia.



Table of ContentsToggle

Suplementação com vitamina C 

Muitos pacientes gravemente enfermos, especialmente aqueles que apresentam estresse oxidativo, são deficientes em vitamina C, porque as necessidades são maiores e a ingestão, menor que o recomendado. Uma dose intravenosa de 2–3 g/dia é necessária para restaurar as concentrações plasmáticas normais, pois a captação enteral é insuficiente devido à capacidade máxima de absorção enteral.

Vários estudos sugerem menos falência de órgãos quando a vitamina C é administrada em dose de repleção. Alguns pequenos estudos controlados recentes sugerem que a vitamina C usada em doses farmacológicas (6–16 g/dia) reduz o suporte vasopressor, acelera a recuperação da falência de órgãos e reduzindo até mesmo a mortalidade. Além disso,  apesar do aumento da excreção de oxalato, indica melhora na função renal. 

Até agora, a suplementação com vitamina C parece ser bem tolerada, possui baixo custo e é amplamente disponível. Além disso, mostra-se extremamente promissora para modular o estresse oxidativo severo na sepse grave, trauma e reperfusão após isquemia.

Referências bibliográficas 

Artigo: Vitamina C – Spoelstra-de Man AME, Elbers PWG, Oudemans-Van Straaten HM. Vitamin C: should we supplement?. Curr Opin Crit Care. 2018;24(4):248-255. doi:10.1097/MCC.0000000000000510

Classifique esse post

1 visualização

Comments


bottom of page